Atualizada em 20 de outubro de 2026

Política de privacidade

Como a SuyPay trata dados pessoais, segundo a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018, LGPD). Em resumo: guardamos só o que a cobrança precisa, criptografamos o que é sensível, e o número do cartão nunca passa pelo painel nem pela API.

1. Quem decide o quê

Lojistas são as empresas que usam a SuyPay para cobrar. Para os dados da conta deles (login, equipe, configurações), a SuyPay é a controladora.

Compradores são as pessoas que pagam os lojistas. Para os dados delas, quem decide é o lojista, e a SuyPay é operadora: trata os dados em nome do lojista e só para fazer a cobrança, avisar e conferir. Se você comprou de uma loja e quer saber o que ela faz com os seus dados, fale primeiro com ela. A SuyPay ajuda a loja a responder.

2. Que dados tratamos

  • Conta do lojista: nome, e-mail e foto vindos do GitHub no login, empresas, membros da equipe e seus cargos, convites, chaves de API (guardamos só um resumo criptográfico delas), apps OAuth e registros de acesso.
  • Contas de pagamento conectadas: as chaves que o lojista cola em Contas conectadas. Ficam criptografadas e nunca voltam pela API.
  • Comprador: nome, CPF ou CNPJ, e-mail, celular e endereço, quando o lojista ou a conta de pagamento pedem; valor, forma de pagamento e situação de cada cobrança.
  • Origem da venda: UTMs e ids de clique de anúncio (utm_*, src, sck, fbclid, gclid, ttclid) e os identificadores dos pixels da Meta e do TikTok (_fbp, _fbc, _ttp), mais o IP e o navegador de quem pagou pela página da SuyPay.
  • Cartão: o número, a validade e o código de segurança (CVV) entram direto no cofre de cartões da SuyPay, num campo separado da página. O painel, a API e o lojista veem só a bandeira, os 6 primeiros e os 4 últimos dígitos e a validade.
  • Antifraude das contas de pagamento: quando o cartão pode ir para o Mercado Pago, a página de pagamento carrega o script de segurança dele, que cria um identificador do aparelho (Device ID) enviado junto com a cobrança. A página também cria um identificador da visita, enviado à conta que processa o cartão. Servem só para a análise de risco da conta e do banco.
  • App no celular: para avisar vendas, o app guarda no nosso banco o identificador de notificação do aparelho (Firebase Cloud Messaging, do Google), ligado à pessoa que entrou. A notificação leva o valor, a forma de pagamento e o primeiro nome do comprador. Ao sair da conta no app, o identificador é apagado.
  • App no computador: o app do Windows e do Linux guarda um identificador aleatório próprio, sem dados do computador além do nome que ele mesmo informa (sistema e nome da máquina). As notificações ficam no nosso Redis por até uma hora, para chegarem se o computador estava desligado.

3. Para que usamos e com que base

  • Criar e acompanhar cobranças nas contas do lojista, mandar avisos (webhooks) e conferir os repasses: execução do contrato com o lojista (art. 7º, V) e, para os dados do comprador, as instruções do lojista.
  • Evitar fraude e proteger a conta: IP, navegador e trilha de acesso, por legítimo interesse (art. 7º, IX) e para a proteção do crédito (art. 7º, X).
  • Cumprir a lei: guardar registros de acesso e de operações pelo prazo legal (art. 7º, II).
  • Medir anúncios, só quando o lojista liga: enviar a venda à Utmify, à Meta ou ao TikTok. A base legal é do lojista, que deve informar os compradores no próprio site.

Não vendemos dados, não fazemos publicidade com eles e não juntamos compradores de lojistas diferentes. A única exceção é contra teste de cartões roubados: a SuyPay conta, por uma hora, quantos cartões foram recusados a partir de cada IP em todas as empresas, guardando só um resumo cifrado do IP e nenhum dado do comprador.

4. Cartões de pagamento

O cofre de cartões é um sistema à parte, com banco e chaves próprios. Ele segue o padrão PCI DSS: cada cartão é cifrado com AES-256-GCM, com uma chave por lojista, protegida por uma chave mestra que só abre com duas metades guardadas por pessoas diferentes.

O CVV é apagado logo que a primeira cobrança é aprovada, ou uma hora depois de digitado, o que vier primeiro. O número só sai do cofre para a conta de pagamento escolhida, por uma lista fechada de endereços. Cada acesso fica numa trilha de auditoria, sem dados do cartão.

O cartão é apagado do cofre quando o lojista o remove. Daí em diante ninguém consegue cobrá-lo pela SuyPay.

5. Com quem compartilhamos

  • Contas de pagamento que o lojista conecta (como Mercado Pago, Asaas, Efí, Stripe, Pagar.me, PagBank, Appmax, Woovi, Inter e outras): recebem os dados que cada uma exige para cobrar. Cada uma tem a própria política.
  • Ferramentas de anúncio que o lojista liga em Integrações: a Utmify recebe o pedido com as UTMs; a Meta e o TikTok recebem a compra com e-mail, celular e id do cliente transformados em resumo SHA-256, como eles pedem.
  • Webhooks e apps que o próprio lojista cadastra ou autoriza.
  • Infraestrutura: hospedagem (Vercel), banco de dados e cache, sob contrato e só para rodar o serviço.
  • Autoridades, quando a lei ou uma ordem judicial exigir.

Alguns desses fornecedores guardam dados fora do Brasil. Nesses casos a transferência segue o art. 33 da LGPD, com cláusulas contratuais e garantias de proteção equivalentes.

6. Por quanto tempo

  • CVV: no máximo uma hora, ou até a primeira aprovação.
  • Cartão salvo: até o lojista apagar o cartão ou encerrar a conta.
  • Cobranças, clientes e eventos: enquanto a conta do lojista existir e, depois, pelo prazo que a lei fiscal e comercial exige (em geral, 5 anos).
  • Registros de acesso: pelo menos 6 meses, como pede o Marco Civil da Internet (art. 15). A trilha do cofre de cartões fica por 400 dias.
  • Credenciais de contas e integrações: até o lojista desconectar.

7. Como protegemos

Toda conexão usa TLS. Chaves de contas, segredos de webhooks, credenciais de integrações e cartões salvos nas contas ficam cifrados com AES-256-GCM, cada valor preso à própria linha do banco: copiar o valor para outro lugar não abre nada. As chaves de API são guardadas como resumo criptográfico. A API e o cofre assinam cada pedido entre si (Ed25519). Os detalhes estão na página de segurança.

Se houver um incidente que possa causar risco ou dano relevante, avisamos os lojistas afetados e a ANPD, como manda o art. 48 da LGPD.

8. Seus direitos

Pelo art. 18 da LGPD, você pode pedir: confirmação de que tratamos seus dados, acesso, correção, anonimização ou exclusão do que for desnecessário, portabilidade, informação sobre com quem compartilhamos e revisão de decisões automatizadas. Também pode retirar um consentimento que tenha dado.

No painel, o lojista desconecta contas e integrações, apaga cartões salvos e tira pessoas da equipe. Para receber uma cópia dos dados, apagar clientes ou encerrar a empresa, escreva para privacidade@suypay.com. Respondemos em até 15 dias.

9. Cookies e armazenamento no navegador

O site e o painel usam só o necessário: o cookie da sessão de login e a preferência de tema, guardada no próprio navegador. Não usamos cookies de publicidade.

O script de UTMs (utm.js), que o lojista pode colocar no próprio site, guarda as UTMs da visita no navegador do visitante por até 30 dias, só naquele site, e as coloca nos links de pagamento. Ele não cria cookies nem manda nada para a SuyPay sozinho. O lojista que o usa deve mencioná-lo na política do próprio site.

10. Encarregado e contato

O encarregado pelo tratamento de dados pessoais (DPO) atende em privacidade@suypay.com. Você também pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Quando esta política mudar de forma importante, avisamos os lojistas por e-mail ou no painel antes de a mudança valer.

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